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63% do tempo caminhando e oito gols: o método de Messi para desafiar o tempo na Copa

Dieta, gestão de carga e 63% do tempo caminhando: entenda como Messi chegou aos 39 anos como artilheiro da Copa do Mundo com oito gols.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre fala do técnico de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Oito gols. Trinta e nove anos. E 63% do tempo em campo simplesmente caminhando. Parece contraditório — mas é exatamente esse paradoxo que explica por que Lionel Messi continua sendo o maior goleador da história da Copa do Mundo.

Segundo levantamento do The Athletic, citado pelo ge, Messi adotou uma gestão física clara durante os jogos da Argentina: poupar energia na maior parte do tempo para explodir nos momentos que realmente importam. Arrancadas, lançamentos, finalizações. O resto? Passo a passo.

Mas o segredo vai muito além do que acontece dentro de campo. Conforme detalhou o jornal espanhol Marca, a transformação começou depois da Copa de 2014, quando a Argentina perdeu a final no Brasil. A partir daí, Messi passou a priorizar ganho de massa muscular para prevenir lesões e ajustou a dieta para controlar açúcar no sangue e gordura corporal — mudanças que fazem diferença especialmente para atletas acima dos 30 anos.

A ida para a MLS em 2023, que muitos leram como despedida silenciosa do futebol de elite, era na verdade parte do plano. Calendário mais leve, mais tempo para recuperação e preparação. O resultado: contrato com o Inter Miami renovado até 2028. Messi planeja jogar pelo menos até os 41 anos.

Fora de campo, a estrutura é igualmente impressionante. Uma equipe de fisioterapeutas com sessões individualizadas — inclusive nas férias. Duas assessorias paralelas: uma para finanças e negócios, outra para imagem e comunicação. Tudo para que o craque não precise se preocupar com nada além do futebol.

O modelo da Golmetria dá à Argentina 22,88% de chance de título — e Messi, contra a Inglaterra nesta quarta-feira em Atlanta, tem tudo para mostrar por que esse número não é exagero.

Aos 39 anos, ele não está apenas sobrevivendo na Copa. Está liderando a artilharia. A questão agora é simples: até onde esse homem consegue chegar?