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O homem que inventou a remada viking avisa o Brasil: "Se existe um momento para vencer, é agora"

Ole Frøystad, professor norueguês que criou a remada viking, deu conselhos à torcida brasileira e fez um palpite ousado sobre o duelo de domingo.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre resultado de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Ele é professor de ensino fundamental em Oslo, nunca jogou futebol profissional e não tem nenhum jogador na família. Mas Ole Frøystad pode ser o torcedor mais influente desta Copa do Mundo — e ele já avisou: a Noruega quer o Brasil.

"Se existe um momento para vencer o Brasil, é agora", disse Frøystad ao ge. "Os torcedores e a equipe estão muito sincronizados neste momento."

O professor é o criador da remada viking, a coreografia que virou febre global desde que a Noruega estreou com goleada por 4 a 1 sobre o Iraque. Desde então, a celebração invadiu escadas rolantes em Boston, o plenário do Parlamento norueguês — onde deputados de terno e gravata sentaram no chão para remar — e até os stories de Sheila Mello e Luísa Sonza. Frøystad ganhou mais de 60 mil seguidores e adiou o retorno ao seu país para curtir a Copa de perto.

A ideia nasceu de um cântico do Rosenborg, clube norueguês cujo nome é dividido em três sílabas na arquibancada. "Percebi que 'RO' significava 'reme' e tinha um movimento legal", contou ele. O resto é história — ou melhor, é viral.

Para os brasileiros que vão lotar Nova Jersey neste domingo, o Senhor Row Row tem um conselho: "Façam algo que seja brasileiro, algo de que todos vocês se orgulhem. Simplifiquem e garantam que o máximo de pessoas possa participar."

Gentil com a torcida adversária, implacável no palpite. O modelo da Golmetria dá ao Brasil 61,6% de chance de avançar às quartas de final — mas a Noruega de Haaland, vice-artilheiro da Copa com cinco gols, não veio até aqui para ser figurante.

Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo às 17h (de Brasília), pelas oitavas de final. Do outro lado da arquibancada, haverá uma legião de remadores prontos para fazer barulho. A pergunta é: a Seleção vai calar os vikings — ou vai remar junto com eles rumo à eliminação?