As 'homenagens' que viralizaram: torcedores não reconheceram os craques da Seleção
Murais de Vini Jr., Neymar, Paquetá e outros em comunidades do Rio viralizaram antes da Copa do Mundo pelo resultado inusitado. Veja o que aconteceu.

Com quase um milhão de visualizações em um único vídeo, as pinturas de jogadores da Seleção Brasileira em muros e comunidades do Rio de Janeiro viraram o maior hit cômico da pré-Copa do Mundo. O problema: quase ninguém reconheceu os craques retratados.
Segundo o ge, a tradição de colorir ruas e paredões em homenagem à Seleção voltou com força às vésperas da Copa do Mundo, mas o resultado final surpreendeu — e não pelas melhores razões. Em Campos dos Goytacazes, um torcedor filmou a arte do bairro com bom humor e o vídeo explodiu nas redes. Em Jacarépaguá, Vini Jr. e Paquetá ganharam retratos lado a lado; a repercussão foi tanta que o meia do Flamengo acabou sendo incluído nas homenagens quase por acidente. Nova Iguaçu foi além e exibiu um paredão com seis nomes: Vini Jr., Paquetá, Raphinha, Alisson, Casemiro e Igor Thiago — nem todos facilmente identificáveis.
Para a Copa do Mundo, o engajamento popular em torno da Seleção importa: ele reflete a pressão e a expectativa que o Brasil carrega no torneio. O modelo da Golmetria atribui ao Brasil 4,66% de probabilidade de título e 91,22% de chance de avançar da fase de grupos — números que traduzem tanto o favoritismo quanto a incerteza real de qualquer Copa. Já o mercado implica uma probabilidade de 8,67% de conquista do torneio para a Seleção.
O próximo capítulo desta história cômica e afetiva se escreve na estreia do Brasil na Copa do Mundo: será que os murais ganharão uma segunda chance — ou ficarão para a posteridade como estão?