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Mbappé erra pênalti, marca golaço e ainda dá assistência — essa França pode ser a melhor de todos os tempos?

Mbappé errou pênalti mas marcou o 8º gol e deu assistência. França atropela Marrocos por 2 a 0 e vai às semifinais com 16 gols no torneio.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de França na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Errou o pênalti. Não importou. Kylian Mbappé pegou a bola, respirou fundo e resolveu o problema do jeito que só ele sabe: com um golaço que tirou o fôlego de qualquer um que assistia. Depois ainda deu a assistência para Ousmane Dembélé fechar o placar. França 2 a 0 no Marrocos, vaga garantida nas semifinais da Copa do Mundo 2026.

O oitavo gol de Mbappé no torneio o coloca empatado com Messi na artilharia — mas na frente na briga pela Chuteira de Ouro por ter mais assistências, segundo a BBC Sport. E a França, como time, já é a seleção que mais balançou as redes nesta Copa: 16 gols no total, mais do que qualquer outra.

O que impressiona não é só o resultado. É o jeito. Didier Deschamps, em seu último torneio como técnico, parece ter finalmente soltado o freio de mão. A análise do The Guardian aponta uma diferença estilística enorme em relação ao que a França apresentou contra o próprio Marrocos na semifinal do Qatar — mais liberdade, mais agressividade, um ataque em modo freeform que sufoca qualquer adversário.

Patrick Vieira, que levantou a taça em 1998, não poupou elogios ao falar pela ITV Sport: "quando você olha para o elenco e os jogadores de ataque, é talvez um dos melhores", disse o ex-meia. Palavras pesadas de quem viveu de perto a geração de Zidane.

O modelo da Golmetria dá à França 15,1% de chance de título — número que, olhando para o que essa equipe está mostrando em campo, pode estar subestimando o monstro que Deschamps criou. A Espanha lidera as probabilidades com 29,45%, e as duas podem se encontrar mais à frente.

Do lado de fora dos estádios, a festa teve um lado amargo: a BBC reportou distúrbios em Londres após a partida, e uma jovem de 17 anos morreu durante as comemorações na França após cair de um caminhão.

A Copa segue. E a pergunta que não quer calar: essa França tem o que precisa para ser lembrada como a maior de todas?