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Neymar no banco, de tênis e boné — mas o camisa 10 nunca esteve tão presente

Sem pisar no gramado com chuteiras, o craque virou torcedor, líder e motivador no empate do Brasil com Marrocos

Imagem original da Golmetria sobre lesão de Brasil na Copa do Mundo, imagem cinematográfica gerada por IA; sem fotos reais, rostos identificáveis ou escudos.

Roupa de estafe, tênis de corrida e boné. Neymar não precisou de chuteiras para ser um dos personagens do empate do Brasil com Marrocos por 1 a 1 na estreia da Copa do Mundo.

O camisa 10 foi ao MetLife Stadium, em Nova Jersey, subiu ao gramado no aquecimento e virou atração antes mesmo da bola rolar — Tom Brady e o rapper Travis Scott foram só dois dos famosos que pararam para cumprimentá-lo. Mas o show de verdade veio durante os 90 minutos.

No banco, Neymar reclamou da arbitragem quando Marrocos abriu o placar com Saibiri. Explodiu de alegria no golaço de Vini Jr. que empatou o jogo. Lamentou as chances desperdiçadas. Na pausa para hidratação do segundo tempo, chamou Luiz Henrique para uma conversa individual e pediu mais pressão sobre a defesa marroquina.

"Ahhh... boa, Cunha!", exclamou o atacante ao ver Matheus Cunha entrar em campo.

Depois do apito final, desceu ao gramado para cumprimentar adversários — entre eles Hakimi, ex-companheiro no PSG, e Bono, goleiro do Al-Hilal. Saiu de campo com o filho Davi Lucca no colo.

A lesão na panturrilha, sofrida em 17 de maio na derrota do Santos para o Coritiba pelo Brasileirão, ainda o mantém longe dos treinos com chuteiras. O Santos divulgou um edema no dia seguinte. Desde então, Neymar tem passado mais tempo na fisioterapia do que no campo.

A boa notícia, segundo o ge: Carlo Ancelotti revelou que o craque deve retomar os treinos com o grupo na próxima semana.

O modelo da Golmetria dá ao Brasil 5% de chance de título — número que pode mudar bastante dependendo de quando, e se, o camisa 10 voltar a calçar chuteiras de verdade.

O hexa espera. E Neymar também.