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Neymar no banco, sorrindo — e com nove gols para lembrar ao Japão quem ele é

Neymar segue no banco contra o Japão, mas Ancelotti elogia postura do craque. Relembre os nove gols do camisa 10 contra os japoneses pela Seleção.

Imagem original da Golmetria sobre lesão de Brasil na Copa do Mundo, imagem cinematográfica gerada por IA; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Dezesseis anos de Seleção e nunca tinha vivido isso. Neymar, titular desde os 18 anos na amarelinha, chega à sua quarta Copa do Mundo numa posição inédita: sentado no banco. E, segundo o ge, está bem com isso.

Após se recuperar de uma lesão muscular na panturrilha e ficar cinco semanas fora dos gramados, o camisa 10 ainda não tem o ritmo que Ancelotti exige para uma titularidade. O Brasil venceu a Escócia por 3 a 0 sem ele, e a tendência, conforme apurou o ge, é manter a formação para o duelo desta segunda-feira contra o Japão, pela segunda fase da Copa do Mundo.

Mas quem imagina que Neymar está de cabeça baixa, errou. Ancelotti tem falado abertamente sobre o craque — e com carinho. "Trabalhou e treinou para recuperar com muito profissionalismo e muita seriedade. Ele, por suas qualidades, pode ajudar o time nessa Copa do Mundo", disse o treinador após o jogo contra a Escócia. Um dia antes, foi ainda mais direto: "Estou muito feliz com ele. Se não joga, ajuda com experiência, conhecimento do jogo, ajuda com os jovens."

O próprio Neymar respondeu na mesma moeda. "Estou pronto para jogar seja quantos minutos forem. Estou aqui para ajudar a Seleção", declarou o atacante.

E se entrar, vai reencontrar a vítima favorita da carreira: em cinco jogos contra o Japão pela Seleção, Neymar marcou nove gols. O décimo, quem sabe, saindo do banco — algo que nunca aconteceu numa Copa.

Enquanto isso, outro jovem rouba a cena. Rayan, de 19 anos, assumiu a ponta-direita após a lesão muscular de Raphinha e, segundo a Trivela, cumpriu um papel "invisível" mas decisivo na vitória sobre a Escócia — conquistando de vez a confiança de Ancelotti.

O modelo da Golmetria dá ao Brasil 5,44% de chance de título — número que sobe muito se os peças certas estiverem em forma na hora certa. Neymar sabe disso. Ancelotti também.

A pergunta não é se ele vai entrar. É quando — e o que vai fazer quando entrar.