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Os 'méchants' chegaram: a França tem apelido de vilão e 100% de aproveitamento na Copa

Mbappé revelou o apelido secreto da França na Copa: 'méchants'. Os zagueiros explicaram o significado por trás da palavra — e o que ela diz sobre o time.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre resultado de Argentina na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Seis jogos. Seis vitórias. Cem por cento de aproveitamento. A França chega à semifinal da Copa do Mundo não só com números impecáveis — mas com identidade.

O apelido veio de onde menos se esperava: um story do próprio Mbappé. No início do mês, o camisa 10 postou nas redes com uma legenda que soava como aviso: "chegamos com maldade". A palavra usada pelo elenco é méchants — que, em português, fica algo entre "os vilões" e "os malvados".

Mas calma. Ninguém está se achando personagem de filme de terror.

"Reflete a mentalidade do time. Não é algo negativo; na verdade, é positivo", explicou o zagueiro Lacroix, segundo o ge. "Serve como motivação para nós, para mostrar que somos lutadores, guerreiros que querem deixar a competição sem baixar a cabeça."

O colega de defesa Konaté completou o raciocínio: "Temos a capacidade de um dia antes do jogo estarmos brincando, rindo, em um ambiente leve e mudar para sermos totalmente sérios no jogo", disse ele ao ge. A virada de chave acontece no ônibus, no caminho para o estádio — e aí, segundo ele, "vemos todos com mentalidade vencedora".

A vitória por 3 a 0 sobre a Suécia foi o gatilho para o story de Mbappé viralizar. Desde então, o apelido colou.

Agora, os méchants têm pela frente a Espanha — na terça, às 16h de Brasília. O modelo da Golmetria dá 35,13% de chance de título aos espanhóis, contra 13,51% para os franceses. O mercado também enxerga a Espanha à frente. Mas a França já foi vice em 2022 e campeã em 2018 — e sabe exatamente o que está em jogo: a terceira final consecutiva para um desses dois países.

Do outro lado da chave, Argentina e Inglaterra decidem quem completa o quadro da decisão.

Vilões ou não, a França está de pé. E avisa que não vai sair de cabeça baixa.