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O professor norueguês que criou a remada viking avisa: "Se existe um momento para vencer o Brasil, é agora"

Ole Frøystad, o professor norueguês por trás da remada viking, deu conselhos à torcida brasileira — e avisou que acredita na Noruega contra o Brasil.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre resultado de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Tem um professor de ensino fundamental em Oslo que pode ser o maior inimigo do hexa neste domingo. Ole Frøystad, o homem por trás da remada viking que tomou conta da Copa do Mundo, não escondeu o que pensa sobre o confronto entre Noruega e Brasil pelas oitavas de final, em Nova Jersey: "Se existe um momento para vencer o Brasil, é agora", disse ao ge. "Os torcedores e a equipe estão muito sincronizados neste momento."

Frøystad virou celebridade global sem querer. A coreografia que ele levou à torcida organizada norueguesa — inspirada no cântico do Rosenborg, clube do seu país, onde a torcida dividia o nome em três sílabas — se espalhou por estádios, escadas rolantes de Boston, parlamentos e até plenários de terno e gravata em Oslo. Ganhou mais de 60 mil seguidores desde o início do torneio e adiou o retorno para a Noruega para curtir a festa ao vivo.

E ele não veio apenas provocar. O professor também deixou um recado para a torcida verde e amarela que vai lotar as arquibancadas: "Façam algo que seja brasileiro, algo de que todos vocês se orgulhem", aconselhou. "Simplifiquem, facilitem e garantam que o máximo de pessoas possa se divertir e participar."

Do outro lado do campo, Erling Haaland chega como vice-artilheiro da Copa com cinco gols — e como fenômeno viral que já conquistou Luísa Sonza, Sheila Mello e até Vini Jr. nas redes sociais. A Noruega está de volta ao mata-mata de um Mundial pela primeira vez em 28 anos, desde aquela vitória sobre o Brasil em 1998 que ainda dói.

O modelo Golmetria dá ao Brasil 62% de chance de avançar às quartas — mas a remada viking não lê planilha. O apito é às 17h (de Brasília). Vai ser guerra nas arquibancadas antes mesmo de a bola rolar.