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Argentina transforma vitória sobre a Inglaterra em feriado nacional — e a provocação não parou no placar

AFA oficializa 15 de julho como Dia Nacional das Seleções após semifinal dramática. Mas a provocação com faixa das Malvinas roubou a cena.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Argentina na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Ganhar da Inglaterra numa semifinal de Copa do Mundo já seria suficiente. A Argentina resolveu eternizar a data.

A Associação de Futebol Argentino (AFA) anunciou que o 15 de julho passa a ser o Dia Nacional das Seleções de Futebol — em homenagem à vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo de 2026, em Atlanta, segundo a BBC Sport.

O jogo foi tenso do começo ao fim. A Inglaterra abriu o placar aos 55 minutos com Anthony Gordon e, com Thomas Tuchel apostando num bloco defensivo, parecia encaminhar a primeira final inglesa desde 1966. Mas a Argentina respondeu em dois golpes certeiros: um aos 85 e outro aos 92 minutos. Corações ingleses partidos, mais uma vez.

A vitória veio exatamente 40 anos depois do triunfo argentino no controverso duelo das quartas de final do México-86 — uma coincidência que os argentinos certamente não deixaram passar.

O que veio depois do apito final, porém, foi além do futebol. Alguns jogadores argentinos comemoraram segurando uma faixa com os dizeres "Las Malvinas son Argentinas", reacendendo as tensões políticas históricas entre os dois países. As Ilhas Malvinas, território britânico no Atlântico Sul, são alvo de disputa de soberania desde a guerra de 1982 — conflito que durou 74 dias e custou centenas de vidas dos dois lados.

Na Copa, a Argentina chegou longe, mas não até o topo: perdeu a final para a Espanha por 1 a 0.

O modelo Golmetria, antes do torneio, já via a Argentina como favorita a chegar à decisão — com 68% de chance de final — mas apontava apenas 6,9% de probabilidade de título. Os números, no fim, foram proféticos.

Um feriado criado, uma rivalidade reacendida e uma final que escapou. A Argentina ganhou o jogo, mas a Espanha levou a Copa. Será que em 2030 a história muda?