Brasil caiu nas oitavas e Ancelotti finalmente falou — o que a Espanha tem que a Seleção ainda não aprendeu
Após queda nas oitavas para a Noruega, Ancelotti concedeu entrevistas e revelou o que o Brasil precisa aprender com a Espanha na Copa do Mundo.

Sumiu. Depois que a Noruega mandou o Brasil para casa nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti desapareceu do radar. Até esta quarta-feira (29), quando o técnico da Seleção sentou com três veículos de imprensa brasileiros e resolveu explicar o que aconteceu — e, principalmente, o que vem pela frente.
Segundo o Trivela, Ancelotti falou sobre as escolhas que fez na eliminação e também levantou um tema que promete esquentar o debate: o que o Brasil precisa aprender com a Espanha.
A pergunta dói. Enquanto o Brasil foi eliminado nas oitavas, a Espanha segue na Copa como uma máquina. O modelo da Golmetria coloca os espanhóis com 75% de chance de título — o maior número do torneio. O Brasil, eliminado, está em 24º no ranking do modelo, com zero chance de avançar.
A diferença de ELO entre as duas seleções — 2155 da Espanha contra 1988 do Brasil — resume em números o que Ancelotti provavelmente viu em campo: uma equipe que sabe exatamente o que quer ser, contra uma que ainda busca identidade.
O que o técnico disse nas entrevistas, em detalhes, ainda será revelado pelos veículos que o ouviram. Mas o simples fato de ele citar a Espanha como referência já é um recado. Não é sobre talento individual — o Brasil tem de sobra. É sobre sistema, consistência, cultura de jogo.
A Copa de 2026 acabou para o Brasil mais cedo do que qualquer torcedor esperava. A próxima começa agora — e as respostas de Ancelotti nesta quarta podem definir se o hexa vai continuar sendo sonho ou vai virar projeto de verdade.