Guardiola recusou a Itália — e agora Pirlo pode ser o escolhido para salvar os Azzurri
Pep Guardiola disse não à Itália. Com Ancelotti no Brasil e a FIGC sem técnico, Andrea Pirlo desponta como favorito para salvar os Azzurri.

A Itália tentou tudo. Ofereceu salário astronômico, prometeu liberdade total para moldar o cargo e ainda abriu exceções que raramente existem no futebol. Pep Guardiola ouviu, pensou — e disse não.
Segundo a Sky Itália e confirmado pela BBC, o ex-técnico do Manchester City informou à Federação Italiana de Futebol (FIGC) que mantém o plano de dar uma pausa na carreira: descansar, viajar e ficar mais perto da família. Simples assim. Nenhuma oferta muda isso por enquanto.
O que torna a situação ainda mais delicada para os italianos é que o primeiro nome da lista também estava indisponível. O diretor técnico Paolo Maldini confirmou que a Itália procurou primeiro Carlo Ancelotti — que preferiu continuar no comando do Brasil. Só depois veio a abordagem a Guardiola, que também fechou a porta.
Três Copas do Mundo sem classificar. É esse o peso que a FIGC carrega enquanto corre para anunciar um novo treinador ainda esta semana. E com os dois maiores nomes fora do páreo, o nome que surge na frente é o de Andrea Pirlo, ídolo da seleção italiana como jogador e hoje técnico do United FC, de Dubai.
Pirlo herdaria um grupo duríssimo na Liga das Nações — França, Bélgica e Turquia — antes de tentar levar a Azzurri à Eurocopa 2028. Uma missão ingrata, mas que alguém vai ter que aceitar.
Do outro lado do Atlântico, Ancelotti segue firme no banco do Brasil. O modelo da Golmetria aponta 4,66% de chance de título para a Seleção — número que o mercado ainda enxerga com ceticismo. Seja como for, o Brasil tem técnico. A Itália ainda não.
Enquanto a FIGC apaga incêndio, o relógio corre. A Copa de 2026 já começou a ser disputada fora de campo.