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México rompe com a Concacaf e se une à Argentina para defender Infantino na crise da Fifa

Federação mexicana desafia a Concacaf e se une à Argentina na defesa de Gianni Infantino em meio à crise na Fifa antes da Copa do Mundo 2026.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Argentina na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

A crise na Fifa ganhou um novo capítulo — e desta vez com um giro inesperado: o México virou as costas para a própria Concacaf e se alinhou à Argentina na defesa de Gianni Infantino.

A Federação Mexicana de Futebol (FMF) divulgou nota oficial apoiando a liderança do presidente da Fifa, que enfrenta pressão crescente após o fracasso de seus planos de vender cotas da Copa do Mundo a investidores privados. "A FMF apoia a liderança do presidente Infantino na continuidade do desenvolvimento do futebol por meio do fortalecimento institucional", diz o comunicado.

O movimento é politicamente delicado: a Concacaf, que governa o futebol no México, América Central e Caribe, havia pedido um "balanço abrangente" da gestão de Infantino. O México, um dos países-sede da Copa do Mundo de 2026, simplesmente ignorou o próprio bloco regional.

A nota mexicana ecoou a posição da Conmebol — entidade sul-americana que já havia saído em defesa de Infantino — ao rejeitar qualquer tentativa de afastá-lo sem uma votação envolvendo todas as 211 associações-membro da Fifa. "A FMF não reconhecerá nem aprovará nenhum processo convocado fora desse marco institucional", completou o texto.

Do outro lado, a Uefa mantém a possibilidade de boicote e a FA inglesa retirou seu apoio a Infantino — sinais de que a divisão dentro do futebol mundial está longe de ser resolvida.

O modelo da Golmetria projeta a Argentina como uma das favoritas à Copa do Mundo 2026, com 6,92% de chance de título — o que torna o peso político da Conmebol, e agora da FMF, ainda mais relevante nos bastidores do torneio.

A Copa do Mundo começa em 2026. Mas a guerra pelo controle do futebol mundial já está em pleno andamento — e cada federação que escolhe um lado está moldando o que esse torneio vai ser.