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O Paraguai que eliminou a Alemanha agora acende o alerta da França nas oitavas

França chega como favorita com 3,3 gols por jogo, mas o Paraguai que eliminou a Alemanha não pode ser ignorado. Veja a análise completa das oitavas.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre resultado de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Eliminar a Alemanha nos pênaltis foi o feito mais improvável do Paraguai nesta Copa do Mundo 2026. E é exatamente esse feito que coloca os franceses em modo de alerta nas oitavas de final.

Segundo análise do Gato Mestre em parceria com o economista Bruno Imaizumi, publicada pelo ge, o resultado mais provável para o confronto é uma vitória francesa por 3 a 0. Os números que embasam essa projeção são difíceis de ignorar.

A França chega com a maior média de finalizações certas por jogo (8,5) e 13 gols marcados na competição — média de 3,3 por partida. O Paraguai, por outro lado, figura entre as seleções que menos finalizam: 7,3 tentativas por jogo, com média de apenas 0,8 gol. Defensivamente, o contraste é igual: os franceses estão entre os times que menos sofrem finalizações, enquanto os paraguaios são o quarto que mais permitem chutes adversários — 19,8 por jogo.

Contra a Suécia, a França fez 24 finalizações, 15 de dentro da área, com potencial estatístico de 2,76 gols. Marcou três. Contra a Alemanha, o Paraguai teve apenas sete finalizações, com potencial para 0,48 gol — marcou um e foi nos pênaltis. Eficiência máxima, mas num volume mínimo.

O modelo Golmetria coloca a França com 11,39% de chance de título — e o mercado enxerga os Les Bleus como um dos principais candidatos à taça.

Mas o futebol não respeita planilha. Das 29 finalizações paraguaias na Copa, 13 vieram de jogadas aéreas — e a França não sofreu nenhum gol assim até aqui. É uma fraqueza que ainda não foi testada de verdade.

"Sí, se puede", como lembrou o próprio Gato Mestre: por menor que seja a possibilidade, ela existe. O Paraguai já provou isso uma vez. A questão é se consegue fazer de novo — desta vez, sem precisar de pênaltis.