Álex Baena fez o que Messi nunca fez — e isso diz muito sobre a Copa 2026
Com o título da Copa 2026, Baena fez o que nem Messi conseguiu: conquistar Eurocopa, Olimpíadas e Mundial de forma consecutiva.

Messi tem tudo. Di María tem quase tudo. Mas há uma coisa que nenhum dos dois conseguiu — e Álex Baena acabou de conquistar.
Com o título da Copa do Mundo 2026, o meia do Atlético de Madrid se tornou o primeiro jogador da história a encadear, de forma consecutiva, três grandes títulos do futebol internacional: Eurocopa, Olimpíadas e Copa do Mundo. Ninguém tinha feito isso antes. Nunca.
A sequência começou no verão de 2024, quando Baena levantou a Eurocopa da Alemanha com a seleção principal espanhola, sob o comando de Luis de la Fuente. Semanas depois, ainda no mesmo ano, foi às Olimpíadas de Paris com o time olímpico dirigido por Santi Denia — e voltou com o ouro. Dois anos depois, fechou o ciclo com o título mundial nos Estados Unidos. Três competições diferentes, duas seleções distintas, um único jogador.
A referência mais próxima na história são justamente os argentinos Messi e Di María, que reuniram ouro olímpico em Pequim 2008, duas Copas América e o Mundial do Qatar 2022. Um palmarés extraordinário — mas não consecutivo. É exatamente aí que o feito de Baena se torna irrepetível.
E a Argentina? O modelo da Golmetria coloca os campeões em defesa do título com 6,92% de chance de bicampeonato — número que o mercado também enxerga com ceticismo, apontando probabilidade implícita de 7,49%. A Espanha acabou de mostrar que o trono não tem dono garantido.
O futebol acabou de ganhar um novo nome nos livros de história. E a Copa do Mundo 2026 ficará marcada não só pelo título espanhol, mas pelo jogador que fez o impossível virar rotina.