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A Argentina que não sabe morrer: virada sobre a Inglaterra nos acréscimos mantém Messi vivo na Copa

Atual campeã arrancou o 2 a 1 em Atlanta nos minutos finais. Padrão se repete: Argentina só decide no limite — e Messi segue vivo.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Argentina na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Tem um padrão se formando nessa Copa do Mundo — e ele tem a cara de Messi.

Na quarta-feira (15), em Atlanta, a Argentina foi atrás do resultado mais uma vez. A Inglaterra abriu o placar e tentou segurar. Não deu. A atual campeã virou para 2 a 1 nos acréscimos e avançou da mesma forma que já tinha feito contra Cabo Verde, Egito e Suíça: no limite, quando parecia que o relógio ia falar mais alto.

A estratégia inglesa de recuar e esperar o tempo passar foi punida. Segundo o Trivela, a Argentina não aceitou a eliminação e arrancou a virada histórica nos minutos finais, nos Estados Unidos.

O modelo da Golmetria enxerga a Argentina como a maior favorita ao título: 34% de chance de ser campeã, com 67% de probabilidade de chegar à final. A Inglaterra, apesar de ter chegado até aqui com força, saiu com apenas 5,4% de chance de título antes do jogo — e agora está fora.

Para os donos da casa, os EUA seguem na Copa, mas o modelo é honesto: apenas 0,16% de probabilidade de título para a seleção americana. O sonho existe, mas é pequeno.

O que fica dessa partida é a imagem de uma Argentina que parece ter combinado com o destino de só decidir as coisas quando o coração já está na garganta. Nenhuma virada foi fácil. Todas foram no limite.

A pergunta que fica: até quando esse roteiro funciona — e quem vai ter nervos suficientes para parar essa seleção antes da final?