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A Colômbia não toma gol há 345 minutos — e isso pode ser o pesadelo da Suíça nas oitavas

A Colômbia chega às oitavas com a segunda melhor defesa da Copa 2026: apenas um gol sofrido e 345 minutos de invencibilidade. A Suíça consegue furar?

Imagem original da Golmetria sobre lesão de Brasil na Copa do Mundo, imagem cinematográfica gerada por IA; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Trezentos e quarenta e cinco minutos. É quanto tempo a Colômbia está de pé, intacta, sem levar um gol sequer. Nesta terça-feira, às 17h (de Brasília), a Suíça precisa acabar com essa sequência — ou vai para casa.

Segundo o ge, a seleção de Néstor Lorenzo tem a segunda melhor defesa da Copa do Mundo de 2026, com apenas um gol sofrido em quatro jogos. O único vacilo foi logo na estreia, contra o Uzbequistão, numa vitória por 3 a 1. Depois disso? Silêncio total. RD Congo, Portugal e Gana tentaram — nenhum conseguiu.

A Espanha é a única equipe à frente nesse quesito: cinco jogos, zero gols sofridos. Os espanhóis eliminaram Portugal por 1 a 0 na segunda-feira e seguem invictos na Copa. Mas a Colômbia está logo atrás, e com uma estrutura defensiva que impressiona pela consistência.

Camilo Vargas no gol, Davinson Sánchez e Jhon Lucumí na zaga — a dupla tem mostrado entrosamento crescente. Sánchez é veloz, forte no jogo aéreo e liderou as intervenções defensivas contra Portugal. Lucumí, por sua vez, se destaca na saída de bola e na precisão dos passes. Contra os portugueses, Vargas ainda defendeu uma finalização perigosa de Bruno Fernandes.

Nas 94 partidas disputadas até agora na Copa, a média é de 2,92 gols por jogo, conforme aponta o ge. Chegar às oitavas com apenas um gol sofrido é um feito fora do comum.

A Colômbia sabe que o ataque perdeu força com a lesão do centroavante Jhon Córdoba. Então o plano é claro: segurar, sufocar e decidir no detalhe. A máxima é antiga, mas funciona — "Ataque ganha jogos, defesa ganha campeonatos".

Se a muralha colombiana resistir mais uma vez, o sonho de superar a melhor campanha da história — as quartas de 2014, quando o Brasil foi o algoz — pode se tornar realidade. A Suíça avisa: vai ser difícil derrubar esse muro.