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Messi aos 39 anos ainda assombra a Copa — mas Mbappé pode ser o pesadelo da Argentina nas quartas

The Guardian debate quem para a França nas quartas da Copa 2026. Messi marcou em todos os jogos, mas Mbappé pode ser o pesadelo da Argentina.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Argentina na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Trinta e nove anos. Cinco jogos. Cinco gols. Lionel Messi está fazendo da Copa do Mundo 2026 mais um capítulo impossível de ignorar.

Segundo o The Guardian, que reuniu seus colunistas para avaliar as quartas de final, há uma "sensação de inevitabilidade" em torno de Messi neste torneio — e a atuação brilhante contra o Egito só reforçou isso. O problema? Seu aproveitamento em pênaltis é de quatro em oito cobranças, bem abaixo do esperado para alguém do seu nível. Mas, quando o momento pede, ele aparece.

Do outro lado do debate está Erling Haaland, que marca em 38,9% dos seus chutes e balança as redes a cada 14 toques na bola — números absurdos, segundo a análise do Guardian. Mas é Kylian Mbappé quem rouba o holofote da discussão sobre quem pode travar a Argentina. "Tanto ele quanto Messi parecem insolúveis", escrevem os colunistas — e, no oitavo jogo de uma maratona de seis semanas, alguns apostam no francês mais jovem.

A França segue como grande favorita ao título. O modelo da Golmetria dá 13,26% de chance de título aos franceses — contra 22,29% para a Argentina, que aparece como a principal candidata segundo os números. Curiosamente, o mercado enxerga a França com probabilidade implícita de 17,86%, bem acima dos 9,09% atribuídos à Albiceleste.

O que o Guardian destaca, porém, vai além das estatísticas: há algo de transcendental na Argentina de Messi. A simples presença dele, escrevem os colunistas, é capaz de elevar qualquer companheiro ao melhor momento de sua carreira na Seleção.

Quartas de final. Oito times. Uma taça. A pergunta que o futebol inteiro quer responder: alguém consegue parar a França — ou é Messi quem vai estragar o roteiro?