Messi não marcou, mas a Argentina segue escrevendo história na Copa — e o modelo acredita nela
Julián e Lautaro resolveram, Messi chegou a 10 assistências em Mundiais. O bi argentino segue vivo — e o modelo acredita neles.

Não foi ele quem balançou a rede desta vez — e não importou nem um pouco.
Lionel Messi saiu por último do Arrowhead Stadium, depois do controle antidoping, e foi o último a deixar a zona mista. Sem gol, mas com um sorriso. Segundo o Olé, foi ele quem deu a assistência para Alexis, chegando a 10 passes para gol em Copas do Mundo — liderança absoluta nessa estatística histórica. E sim, ainda é o artilheiro da competição, com 21 gols, segundo o mesmo veículo.
A noite foi dos meninos que um dia tiveram o pôster dele na parede. Julián Álvarez desbloqueou um jogo travado com um golazo, e Lautaro Martínez fechou a conta para aliviar o sofrimento da torcida argentina — que voltou a festejar nas ruas, conforme relatou o Olé.
"Este grupo no se cansa de hacer historia", disse Messi ao Olé antes de embarcar no ônibus rumo ao jantar. A frase resume tudo.
A racha de nove jogos consecutivos marcando em Copas chegou ao fim, mas o que a Argentina está construindo vai além de qualquer sequência individual. Pela quinta vez — entre Copas Américas e Mundiais — a Seleção disputará todos os jogos de um torneio sob o comando do camisa 10. Chegar primeiro e sair por último: um conceito que virou cultura em Ezeiza.
O modelo da Golmetria dá à Argentina 23,6% de chance de título — a maior entre todas as seleções. A Inglaterra aparece em seguida, com 15,3%. O mercado, porém, enxerga a Inglaterra como favorita ligeira, com probabilidade implícita de 13,3% contra 9,1% dos argentinos.
O próximo passo será contra a Suíça, e o próprio Messi reconhece que o nível precisa subir. Mas a Argentina está viva, inteira e com o melhor jogador da história em campo. Quem vai querer cruzar com essa seleção nas quartas?