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Por que Michael Olise virou um dos jogadores mais valorizados depois da Copa do Mundo?

Do Olise ao Vozinha: veja quem mais subiu no Transfermarkt depois da Copa do Mundo, segundo o Marca.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de França na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

A Espanha levantou a taça, mas o mercado de transferências não esperou nem o apito final para redistribuir valor. Segundo o Marca, com base em dados do Transfermarkt, a Copa do Mundo deixou uma lista de vencedores bem além do vestiário espanhol — e Michael Olise aparece entre os maiores beneficiados.

O atacante do Bayern de Munique viu sua avaliação saltar de 150 para 170 milhões de euros, um incremento de 20 milhões. O próprio clube bávaro, segundo o Marca, já o taxava acima dos 200 milhões antes mesmo dessa atualização.

Jude Bellingham foi ainda mais longe: subiu 30 milhões, chegando a 160 M€ — o maior salto individual, empatado com Ayyoub Bouaddi. Erling Haaland e Lamine Yamal também entraram no seleto grupo dos 220 milhões, cada um com alta de 20 M€. Kylian Mbappé, que se tornou o primeiro jogador a ganhar a Chuteira de Ouro em duas Copas consecutivas, foi de 180 para 200 M€.

Na zaga, Pau Cubarsí — eleito melhor jogador jovem do torneio — entrou no 'Clube dos 100 Milhões', igualando William Saliba como o zagueiro central mais valioso do mundo. Enzo Fernández também chegou à marca de 100 M€, atingindo seu recorde pessoal de mercado.

Mas a história mais improvável ficou para Vozinha. O goleiro de 40 anos, sem clube, foi quem mais percentualmente valorizou — sem mover um euro em contratações, apenas com atuações que pararam o mundo.

Para a França, o cenário é de expectativa renovada. O modelo da Golmetria projeta 9,45% de chance de título na próxima Copa do Mundo, com 91% de probabilidade de avançar da fase de grupos. O mercado enxerga odds de +460, com probabilidade implícita em torno de 17,86%. Há divergência — e isso pode dizer algo sobre o que os números ainda não capturam.

A Copa distribui glória, dinheiro e sonhos. Nem sempre para quem levanta o troféu.