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O pacto silencioso da Argentina: jogar até a última partida de Messi nunca chegar

Paredes, De Paul e Messi revelam o vínculo emocional que une a Argentina na Copa: jogar até a despedida do camisa 10 nunca chegar.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Argentina na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Tem algo além do título movendo essa Argentina. Algo que não cabe em troféu nenhum.

Depois da virada sobre o Egito nas oitavas de final, o elenco argentino deixou escapar um segredo que todo mundo já desconfiava: prolongar a Copa do Mundo de Messi virou combustível tão poderoso quanto a glória em si. E o camisa 10 sabe disso — e retribui.

Leandro Paredes, do Boca Juniors, foi direto ao ponto. "Jogamos para que a última partida dele não chegue nunca", disse o meio-campista, segundo o UOL Esporte. Sem discurso ensaiado, sem protocolo. Só afeto e determinação.

De Paul completou o retrato. Além dos números — Messi tem mais gols do que jogos nesta Copa —, o meia falou do que não aparece na estatística: "Ele nos contagia muito, pelo esforço, pela raça, pela personalidade. É o primeiro em tudo."

O próprio Messi respondeu à altura. Comandou a virada nos 15 minutos finais contra o Egito com um gol e uma assistência, e depois agradeceu ao grupo: "É um orgulho para mim competir ao lado deles porque sempre entregam tudo."

O modelo Golmetria coloca a Argentina com 22% de chance de título — a segunda maior entre todos os times — e mais de 90% de probabilidade de chegar às semifinais. No mercado, a cotação americana de +1000 reflete uma fatia menor, mas o futebol que essa seleção está jogando conta uma história diferente.

A pergunta que fica: até onde esse pacto emocional consegue levar a Argentina — e Messi?