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O Paraguai voltou à Copa depois de 16 anos e o primeiro jogo é contra o anfitrião, em casa

Grupo D começa com o anfitrião sob pressão: os paraguaios chegam com fome e têm tudo a ganhar

Gráfico de dados original da Golmetria sobre movimento do mercado de Estados Unidos na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, rostos identificáveis ou escudos.

Dezesseis anos de espera. É com essa fome que o Paraguai desembarca na Copa do Mundo — e o primeiro obstáculo é o mais simbólico possível: o país anfitrião, dentro de casa.

Nesta sexta-feira (12), às 19h (horário de Brasília), EUA e Paraguai se medem no SoFi Stadium, em Los Angeles. O Grupo D tem EUA e Turquia como favoritos, mas os paraguaios chegam exatamente com o papel que mais incomoda: o de quem não tem nada a perder.

A estratégia que funcionou para chegar até aqui agora precisa funcionar contra um anfitrião que vai ter 70 mil torcedores empurrando. Pressão? Essa é a parte boa para quem voltou de um jejum de 16 anos.

O modelo da Golmetria coloca os EUA com apenas 0,36% de chance de título — e o mercado concorda, com probabilidade implícita de 1,35%. Para um país que sedia o torneio, é um número que diz muito sobre o nível da competição.

O Paraguai sabe que a janela é agora. Uma zebra na estreia, diante do anfitrião, pode mudar tudo dentro do grupo. E zebra, como todo brasileiro sabe, é exatamente o tipo de coisa que a Copa do Mundo foi feita para produzir.

Los Angeles vai estar em festa de qualquer jeito. A pergunta é: de qual lado?