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Paredes revela o pacto da Argentina: 'Jogamos para que o último jogo dele não chegue nunca'

Messi virou o jogo contra o Egito com gol e assistência. Paredes revelou a motivação extra do elenco argentino na Copa do Mundo 2026.

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Tinha 2 a 0 no placar, o Egito na frente, e a Argentina olhando para o precipício. Então Messi pegou a bola.

O que veio depois já entrou para a história desta Copa do Mundo: uma assistência cirúrgica para Romero, um gol de chute preciso para empatar, e Enzo Fernández fechando a virada épica em Atlanta. Os atuais campeões mundiais seguem vivos — e vão às quartas de final contra a Suíça, em Kansas City, no próximo sábado.

Mas o que os companheiros revelaram nos vestiários vai além da tática. Segundo o ge, o meia Paredes abriu o coração sobre o que move esse grupo: "Dissemos muitas coisas para ele. Tratamos de abraçá-lo, para que sinta que vamos estar com ele até o final", disse. E completou com a frase que resume tudo: "Nós também jogamos para que o último jogo dele não chegue nunca".

De Paul, parceiro de Messi também no Inter Miami, foi na mesma direção. "Por tudo que ele transmite, além do que faz dentro do campo. Nos toca muito forte no sentimental", afirmou, segundo o ge.

Aos 39 anos, Messi já sinalizou que esta é sua última Copa. E está respondendo à altura: marcou em todos os jogos da Argentina na campanha, lidera a artilharia com oito gols, e chegou a 21 na história do torneio — o maior de todos os tempos.

A Argentina está a três jogos de algo que só Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) conseguiram: dois títulos consecutivos. O modelo Golmetria coloca os argentinos com 22% de chance de título — os maiores favoritos que restam.

Para os companheiros de Messi, porém, o número que importa é outro: zero. Zero jogos finais. Enquanto ele estiver de pé, a Copa continua.