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Steve Clarke já tem plano na cabeça se Brasil x Escócia parar por raios em Miami

Com 30% de chance de trovoadas, jogo do Brasil na Copa pode parar por protocolo meteorológico dos EUA. Clarke revelou ter estratégia de contingência.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre suspensão de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, rostos identificáveis ou escudos.

Miami pode ser palco de mais do que futebol nesta quarta-feira. A previsão do tempo para o duelo entre Brasil e Escócia, às 19h (de Brasília), traz um ingrediente extra: risco de chuva e trovoadas, com 30% de chance no horário da partida, segundo sites especializados apontados pelo ge. A temperatura bate perto de 30ºC — calor e raios, uma combinação que já causou estragos nesta Copa do Mundo.

Na última segunda-feira, França x Iraque, na Filadélfia, foi suspenso por tempestade. Foi a primeira vez na história da Copa do Mundo que o protocolo meteorológico dos Estados Unidos entrou em ação: qualquer raio dentro de um raio de 13 quilômetros do estádio paralisa o jogo por 30 minutos. E se cair mais um raio, o cronômetro zera do zero.

O técnico da Escócia, Steve Clarke, já está de olho nisso. "Temos uma estratégia de contingência e sabemos o que faremos se isso acontecer", disse ele nesta terça-feira. Clarke admitiu a incerteza do cenário — "esse atraso pode se prolongar indefinidamente" — mas garantiu que sua equipe não será pega de surpresa.

O próprio Brasil já sentiu o impacto do mau tempo: o voo da seleção para a Flórida atrasou quase três horas por causa das condições em Nova Jersey, segundo o ge.

O contexto torna tudo ainda mais tenso. É a última rodada da fase de grupos, e cada minuto dentro ou fora de campo pode pesar. O modelo da Golmetria dá ao Brasil 90,97% de chance de avançar — mas nenhum número resolve o que um raio no momento errado pode complicar.

Se o céu de Miami resolver participar, Clarke já tem resposta. A pergunta é: o Brasil também tem?