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Da Noruega a Bangladesh, as torcidas que roubaram a Copa do Mundo 2026

Da Noruega a Bangladesh, passando pela RD Congo, as torcidas da Copa 2026 deram um show à parte. Conheça as histórias que tomaram a internet.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre resultado de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Tem Copa do Mundo quando o futebol para de ser só futebol. A edição de 2026 entregou isso em dose dupla — e as torcidas foram as protagonistas que ninguém esperava.

A mais contagiante? A remada viking da Noruega. Desde o início do torneio, os noruegueses espalharam a coreografia sincronizada pelos três países-sede e viram o mundo inteiro embarcar na brincadeira. O criador da coreografia, o professor Ole Frøystad, confessou que não estava preparado para tamanha repercussão: "É muito mais do que eu poderia ter sonhado", disse ele, ao ge. Frøystad ganhou mais de 60 mil seguidores durante a Copa e adiou até a volta para casa para curtir o espetáculo ao vivo. A Noruega voltava ao Mundial depois de 28 anos de ausência — e chegou com identidade própria.

Do outro lado do planeta, outro personagem chamou atenção. Kuka Muladinga, torcedor da República Democrática do Congo, assistiu aos jogos da seleção vestido de terno nas cores da bandeira do país — completamente imóvel, como uma estátua. A homenagem era a Patrice Lumumba, primeiro-ministro congolês assassinado em 1961 e símbolo da independência africana. Silêncio como protesto. Imobilidade como grito.

E então tem Bangladesh. A cerca de 15 mil quilômetros do Brasil, a Universidade Internacional de Daffodil, em Daca, virou ponto de encontro obrigatório para assistir aos jogos. Mas não só dos brasileiros — a Argentina também tem legião de fãs por lá. A rivalidade sul-americana atravessou oceanos e chegou ao sul da Ásia com tanta força que, em 2022, brigas entre torcedores deixaram sete pessoas feridas, segundo o ge.

A camisa amarela não é só futebol. É símbolo cultural que pulsa do outro lado do mundo — e essa Copa mostrou que a paixão não precisa de fronteira para fazer barulho.

Qual dessas torcidas você levaria para o Brasil em 2030?