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Nenhum campeão repetiu o título em outro continente desde o Brasil de 1962 — a Argentina de Messi quer ser o primeiro

Nenhum campeão repetiu o título em outro continente desde o Brasil de 1962. A Argentina de Messi quer mudar isso — mas a história joga contra.

Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Brasil na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, rostos identificáveis ou escudos.

Mais de seis décadas. É quanto tempo o futebol mundial espera por um campeão mundial capaz de defender o título em outro continente. O Brasil fez isso em 1962, na Chile. Desde então, ninguém conseguiu. Agora, a Argentina de Lionel Messi quer quebrar esse tabu — e o peso da missão é enorme.

A história recente assusta. Segundo a Sky Sports, as três seleções que chegaram à Copa como detentoras do troféu antes da França foram eliminadas ainda na fase de grupos. Alemanha, em 2018, ficou atrás de Suécia, México e Coreia do Sul. Espanha levou 5 a 1 dos holandeses logo na estreia de 2014. Itália, em 2010, não passou de um grupo com Paraguai, Eslováquia e Nova Zelândia. Até a França, que chegou perto da retenção no Catar, foi uma exceção ao padrão — não a regra.

O próprio Javier Zanetti, ex-capitão argentino, reconhece a dificuldade. "Argentina chega nesta Copa preparada, com boa mentalidade e um bom time", disse ele à Sky Sports. Mas emendou: "É muito difícil repetir."

O modelo da Golmetria coloca a Argentina com 13,45% de chance de título — favorita entre todos os participantes, com ranking Elo de 2113. O Brasil aparece logo atrás na hierarquia sul-americana, com 5% de probabilidade de ser campeão segundo o modelo. O mercado, por sua vez, enxerga as duas seleções de forma mais equilibrada do que o modelo sugere.

Para Messi, levantar a taça de novo seria o ponto final perfeito numa carreira que já não precisa provar nada — mas que, convenhamos, adoraria mais um capítulo.

A pergunta que vai ficar no ar até o apito final: será que 2026 é o ano em que a história finalmente muda?